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Aeroportos de Moçambique agravaram prejuízo no exercício de 2015

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A desvalorização do metical face ao dólar norte-americano fez com que os resultados da empresa estatal Aeroportos de Moçambique em 2015 se tenham agravado 300% para um prejuízo de 38,5 milhões de dólares, de acordo com o relatório e contas divulgado na semana passada na cidade de Maputo, capital do país.

Em 2014, a Aeroportos de Moçambique registou um prejuízo equivalente a 9,6 milhões de dólares.

O documento, citado pelo jornal ‘O País’, informa terem as receitas da estatal aumentado 22% relativamente a 2014, crescimento esse que foi “largamente influenciado pela valorização do dólar face ao metical, dado que as taxas aeronáuticas são indexadas em dólares.”

O tráfego aéreo de passageiros por companhias moçambicanas caiu 4,1 por cento. Esta quebra no número de passageiros foi explicada pela empresa com a desvalorização do metical face ao dólar, uma vez que contribuiu para a contração da procura, bem como pelo aumento dos voos efectuados por companhias estrangeiras, casos da Ethiopian Airlines, a Turkish Airlines, a Qatar Airways e a Kenya Airways, todas com voos regulares para Moçambique. Além dessas companhias, outras duas estrangeiras de maior dimensão a voar para o país são a TAP Portugal, sem interrupções desde a proclamação da independência em 1975, e a SAA – South African Airways.

A Aeroportos de Moçambique têm sob a sua gestão quatro aeroportos internacionais (Maputo, Beira, Nampula e Nacala), sete aeródromos principais (Pemba, Tete, Lichinga, Inhambane, Chimoio, Quelimane e Vilanculos) e nove aeródromos secundários (Angoche, Bilene, Inhaca, Lumbo, Mocímboa da Praia, Ponta de Ouro, Costa do Sol, Ulongué e Songo).

 

  • Texto com base em informação publicada pelo site de notícias sobre economia nos países de língua oficial portuguesa ‘Macauhub’

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