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Aviação Comercial criará mais 660 mil empregos no Brasil até 2020

O histórico da aviação brasileira, os obstáculos ao consumo e o perfil do cliente de primeira viagem foram os temas abordados na palestra de Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), na 42ª ABAV – Expo Internacional de Turismo, na Vila do Saber, espaço destinado à qualificação de agentes de viagens e profissionais do setor.

De acordo com Sanovicz, o cenário da aviação brasileira pode ser dividido em três momentos: até 2002, de 2002 a 2012 e de 2012 até 2014, o qual se caracteriza como o cenário atual. No primeiro momento, as principais características da aviação eram os preços regulados pelo governo, as tarifas elevadas, o baixo número de consumidores, a competição limitada e a diferenciação dos serviços.

No ano de 2002 teve início a desregulamentação da aviação. Aliada à maior liberdade, possibilitada pela saída do governo da mediação, a situação económica da população brasileira entrou em ascensão e foi observada a massificação do transporte aéreo. Entre as companhias aéreas, ficou clara uma real competição e a diferenciação por preços.

O cenário atual é composto por clientes aéreos novatos, aqueles que tiveram uma única experiência de voo, que voam aproximadamente uma vez por ano e que realizaram a sua primeira viagem nos últimos 5 anos. De acordo com as informações apresentadas pelo palestrante, esses novos clientes são, em sua maioria, da classe C.

De acordo com Sanovicz, voar está cada vez mais vantajoso. Em 2002 não havia nenhuma passagem por menos de 100 reais – hoje elas representam 10% dos assentos vendidos. As previsões para os próximos anos seguintes também são optimistas: em 2012 foram registados 98 milhões de passageiros; a expectativa é de que, em 2020, este número aumente para 211 milhões. Até 2020 devem ser construídos mais 73 aeroportos e o setor da aviação prevê a criação de mais 660 mil empregos.

 

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