Adensa-se o mistério! Autoridades malaias falam pela primeira vez nos dados ACARS

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As autoridades responsáveis por coordenar as buscas do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, revelaram hoje em conferência de imprensa que as pistas fornecidas pelos satélites chineses foram inconclusivas. O ministro dos Transportes Hishammuddin Hussein disse hoje aos jornalistas que a Malásia enviou meios aéreos e navais, para a zona em que foram vistos objectos flutuantes mas que não encontraram nada que pertencesse ao avião desaparecido.

A Administração do Departamento de Ciência e Tecnologia da China tinha relevado ontem três fotos de objetos não identificados a flutuar, localizados a cerca de 120 milhas a Este da última posição conhecida do vo0 MH370.

Hishamuddin leu na conferência de imprensa de hoje uma declaração da embaixada chinesa que refere que a publicação dessas fotos foi um erro, e que o governo chinês nunca as autorizou.

O  ministro malaio, que estava acompanhado na conferencia pelo director executivo da Malaysia Airlines, Ahmad Jauhari Yahya, também negou noticias veiculadas em que a Rolls-Royce e a Boeing teriam recebido mensagens ACARS relacionadas com os motores do avião horas depois do desaparecimento do avião do radar secundário de vigilância, sobre o Mar da China no 8 de Março.

“Em relação à Rolls-Royce e à Boeing, essas notícias estão erradas. Baseado nos registos que as empresas nos entregaram a última comunicação ACARS foi efetuada as 01h07, hora local, a 8 de Março de 2014. E tudo indicava que o avião estava a operar normalmente sem qualquer problema. A Rolls-Royce e a Boeing têm equipas no local a acompanhar a investigação.” relevou ainda Hishamuddin.

O governante malaio rotulou esta situação como sem precedentes no mundo da aviação, e revelou a o Governo da Malásia não olhará a custos para que a seja descoberto o que realmente aconteceu a este avião, e seguirá todas as pistas fornecidas até a exaustão, na esperança de encontrar sinais do avião desaparecido.

Neste momento participam nas buscas 80 navios e aviões de doze nações, o maior esforço conjunto até ao dia de hoje na busca de de sinais de um voo comercial desaparecido.

 

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