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Aeroportos de Cabo Verde preparados para lidar com viajantes com sintomas de Ebola

A ministra-adjunta do primeiro-ministro de Cabo Verde, Cristina Fontes, pediu esta quarta-feira, dia 6 de Agosto, a colaboração de todos no controlo e prevenção do Ebola no país. “Não é para entrarmos em pânico, mas o perigo é real”.

Segundo escreve hoje o jornal online ‘A Semana’, Cristina Fontes pediu a todos os cidadãos de Serra Leoa, Libéria, Guiné Conacri e Nigéria que vivem em Cabo verde “e que tiverem necessidade de visitar seus familiares” que antes de viajarem contactem as delegacias de saúde do país para controlo e orientação. O apelo serve também para aqueles que chegam a Cabo Verde destes destinos. “Quem não tiver urgência para viajar, o melhor é evitar. Essa doença não tem cura, nem vacina. Nós estamos pedindo, interpelando a colaboração de todos para prevenirmos”.

A governante ainda alertou: “a pessoa infectada demora 21 dias para ter sintomas (período de incubação do vírus). E é nesta fase que a doença está apta a ser transmitida por meio de fluídos como vómito, sangue e lágrimas”. A doença não é transmitida pelo ar ou por tosse, por exemplo”, lembrou Cristina Fontes.

Cristina Fontes explicou ainda que todas as pessoas que chegam ao país por via aérea ou marítima com sintomas de febre, oriundos dos países onde há epidemia do Ebola, estão sendo encaminhados para centros de despistagem para monitoramento.

Segundo a Ministra da Saúde, “a Polícia Nacional está verificando nos aeroportos internacionais do país a proveniência dos passageiros que chegam ao país. “Se vem da Libéria, Serra Leoa e Conacri é imediatamente despistado. Se a pessoa não tiver nenhum sintoma é liberada. Se tiver sintomas, são verificados os seus sinais vitais e o doente será monitorado durante 21 dias pelo sistema de saúde que está montado”, explicou Cristina Fontes.

A ministra lembrou ainda que a República de cabo Verde dispõe de todo o aparato para agir em caso de confirmação ou suspeita da doença. “Temos equipamentos e kits de laboratório para fazer testes. O que nós queremos é reforçar a prevenção, para que não haja brecha”, completou.

 

  • Texto publicado pelo jornal online de Cabo Verde ‘A Semana’
  • Foto: Cleider Almeida

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