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Construtora brasileira Embraer vendeu 50 jactos comerciais à companhia regional indiana Air Costa

A construtora brasileira Embraer assinou um acordo definitivo com a Air Costa, da Índia, para um pedido firme de 50 E-Jets E2s, com direitos de compra para aquisição de outras 50 aeronaves. A aquisição é uma combinação de 25 E190-E2 e 25 E195-E2 e tem um valor estimado de 2,94 mil milhões de dólares norte-americanos, com base nos preços de lista de preços deste ano. O anúncio foi feito nesta semana durante o Singapore Air Show, a feira aeronáutica mais importante da Ásia.

Os direitos de compra são para outros 25 E190-E2 e 25 E195-E2, elevando o potencial total do pedido para até 100 aeronaves, podendo atingir 5,88 mil milhões de dólares norte-americanos, se todos forem exercidos. Esta transação eleva o total de pedidos de E-Jets E2 para 200 firmes e 200 opções e/ou direitos de compra desde o lançamento do programa E2, em Junho de 2013.

A Air Costa torna-se assim o primeiro cliente dos E-Jets E2 no mercado indiano e receberá o E190-E2 em 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019. Actualmente, a companhia aérea, com base na cidade de Vijayawada, do Estado de Andhra Pradesh, voa quatro E-Jets, sendo dois E170 e dois E190.

“Os E-Jets já provaram sua capacidade de estimular o tráfego e manter a rentabilidade das companhias aéreas, proporcionando ao mesmo tempo transporte aéreo acessível e confortável para as pessoas em mercados emergentes como Brasil e China. Vejo o mercado indiano se desenvolvendo de forma semelhante com a actual geração de E-Jets e, claro, os E2. Felicito a Air Costa por sua visão em aproveitar a oportunidade de criar uma maior conectividade na Índia e estamos gratos pela confiança da companhia aérea na Embraer”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, citado num comunicado distribuído pela construtora brasileira.

A Air Costa liga cidades no sul da Índia como Bangalore, Chennai, Hyderabad e Vijayawada, bem como importantes cidades menores no norte e no noroeste do país. A companhia aérea planeia ligar mercados pouco atendidos, com mais voos directos, aumentando frequências e rotas, servindo assim às crescentes áreas metropolitanas, bem como importantes centros de negócios secundários e terciários.

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