EasyJet receia efeitos do encerramento do Aeroporto de Lisboa durante a noite

“O Aeroporto de Lisboa tem limitações de crescimento. Não conseguimos colocar mais voos porque não há slots. No inverno temos aproveitado as faixas horárias que ainda têm disponibilidade”, afirmou nesta terça-feira, dia 19 de novembro, José Lopes, diretor geral para Portugal da companhia europeia de baixo custo EasyJet. Uma questão que deverá ser resolvida com as obras no aeroporto Humberto Delgado, que deverão arrancar ainda este ano, conforme noticiou o semanário ‘Expresso’ na edição de sábado, dia 17 de novembro, e levarão ao encerramento dos voos noturnos a partir de janeiro e durante meio ano.

As companhias áreas vão ter de reajustar os seus voos, já que não conseguem aterrar nem levantar voos entre as 23h30 e as 06h30. “A probabilidade de um voo chegar depois do aeroporto estar fechado é enorme. Esperemos que não existam demasiados eventos a atrasar voos e a complicar a situação”, afirmou José Lopes. Os voos que chegarem depois desta hora têm de ser desviados para outros aeroportos, explicou. “São as dores de crescimento até haver maior capacidade no aeroporto, o que esperemos aconteça no verão de 2021”, acrescentou o gestor.

Segundo revela o ‘Expresso’ na sua edição digital, José Lopes durante a conferência de imprensa que decorreu em Lisboa nesta terça-feira, dia 19 de novembro, tentou evitar questões sobre o aeroporto do Montijo, mas acabou por fazer algumas declarações. “Tudo o que permita ter alternativas é relevante”, admitiu José Lopes. Mas acrescentou: “A EasyJet tem no seu ADN voar para aeroportos principais”.

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