Emirates destaca importância da rota de Luanda no contexto dos destinos africanos

A cidade de Luanda continua a ser dos principais destinos da África Austral para a companhia aérea Emirates, tendo em conta o crescente número de passageiros anualmente, desde 2009, aquando do início dos voos dessa operadora entre o Aeroporto do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e a capital da República de Angola.

Ao longo deste período, a transportadora dos Emirados Árabes Unidos manteve a fidelidade dos seus clientes, promoveu o turismo e imagem de Angola no exterior do país, transportou mais de um milhão e 180 mil passageiros e 14.700 toneladas de carga nos dois sentidos.

Falando em conferência de imprensa, realizada em Luanda na passada quarta-feira, dia 20 de novembro, sobre os dez anos de operações em Angola, o delegado da companhia, Luís Berenguel, disse ter sido pela aposta no turismo que a empresa consegue manter os cinco voos semanais, apesar da crise económica.

“A rota Luanda-Dubai é rentável, embora nos últimos tempos tenhamos ressentido da crise económica derivada da baixa do preço do petróleo. Mas vamos continuar Angola além fronteiras, para atrair turistas e investidores para o país”, destacou o responsável, citado pela agência noticiosa angolana ‘Angop’.

Referindo-se ao processo de privatizações de empresas pelo Estado angolano, particularmente a TAAG, disse não fazer parte das intenções da Emirates, que se mostra a favor das políticas públicas de investimento privado, por implicar o aumento de passageiros para a companhia.

Luanda é um destino popular para os passageiros da extensa rede da Emirates com destaque para Pequim, Houston, Singapura, Moscovo, Manila e Hanói, através de uma operação iniciada a 25 de outubro de 2009, com três frequências semanais, feitas em aviões Airbus A330-200.

Três anos depois, a companhia passou a operar com o Boeing 777-200 e, em 2014, começou a utilizar também o Boeing 777-300ER, que atualmente transportam angolanos para mais de 150 destinos em todo o mundo.

A Emirates começou a operar em Angola numa altura que completava 25 anos de existência, tendo assumido a gestão da TAAG – Linhas Aéreas de Angola, em 2014, ao abrigo de um acordo de cinco anos, com o Estado Angolano, mas que apenas vigorou até 2017.

 

  • Na imagem de abertura vemos um avião da Emirates no Aeroporto de Luanda, capital da República de Angola. Foto © Tony Mangueira Fernandes

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