Há várias companhias aéreas interessadas em estabelecer-se em Macau

Quando falta pouco mais de um ano para o fim da concessão exclusiva da Air Macau, Simon Chan, presidente da Autoridade de Aviação Civil da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), no sul da China, revelou que há várias empresas interessadas em se sediar no antigo território português do Oriente, onde o Português é língua oficial.

“Algumas companhias áreas manifestaram interesse. Já fizemos um esboço de uma nova política para o futuro, mas, de acordo com a Lei Básica, tem de ser o Governo Central a estabelecer a nova política de aviação. Temos estado a comunicar com o Governo Central sobre este assunto, mas ainda não temos detalhes”, afirmou Simon Chan, de acordo com as declarações citadas pela Rádio Macau.

“Isso não vai afectar o desenvolvimento da aviação. Atualmente há mais de 30 companhias aéreas a fazer ligações a Macau para 60 destinos”, acrescentou.

Entre os nomes das empresas que anteriormente mostraram interesse em estabelecer uma sede em Macau consta a Air Asia, liderada pelo empresário malaio de ascendência portuguesa Tony Fernandes. No entanto, o atual contrato de exclusividade com a Air Macau só termina em Novembro de 2020.

Por outro lado, o presidente da Aviação Civil frisou ainda que o aeroporto de Macau precisa de expandir-se, face ao crescente número de passageiros. “Nesta altura e nos próximos anos, antes de termos os novos aterros para expandir o aeroporto, penso que podemos melhorar a operação, os procedimentos e o fluxo dos passageiros, para podermos fazer face à maior procura”, disse Simon Chan, na entrevista dada à Rádio Macau.

O que o presidente da Autoridade de Aviação Civil de Macau pretende dizer é que a futura política tem de ser decidida pelo Governo de Pequim. Uma decisão que já demora rendo em conta os prazos da concessão que já estão a chegar ao fim.

 

  • Com informações do jornal em língua portuguesa ‘Hoje Macau’.

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