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Let L-410 cai no Sudão do Sul – Morreram 19 dos 23 ocupantes

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Um avião comercial de passageiros Let L-410 Turbolet UVP-E caiu na manhã deste domingo, dia 9 de setembro, no Lago Yirol, na República do Sudão do Sul, quando estava a cerca de três quilómetros do Aeroporto de Yirol, onde deveria ter pousado. Morreram 18 pessoas, segundo as últimas notícias. As agências internacionais tinham referido não haver sobreviventes, mas depois a atualização dos elementos levou a que o governo divulgasse um posicionamento oficial, em que refere a existência de quatro sobreviventes entre os 23 ocupantes da aeronave.

A aeronave, que tem registo ucraniano UR-TWO, estava ao serviço da companhia africana South West Aviation, com base no Sudão do Sul. Tinha descolado do Aeroporto de Juba, capital da República do Sudão do Sul, na África Oriental, e destinava-se a Yirol, na zona dos Lagos Orientais. Terá caído pelas 09h00 locais (mais três horas UTC) e levava a bordo 19 passageiros e três tripulantes, cuja nacionalidades se desconhece.

Na República do Sudão do Sul, infelizmente, são frequentes os sinistros com aviões. Os aparelhos ao serviço das companhias e instituições humanitárias que trabalham na região, a maioria fabricados há muitos anos em países da Europa Oriental, voam com falta de manutenção e com excesso de passageiros e peso, circunstâncias que potenciam os desastres aéreos. A estrutura aeroportuária do país é também muito deficiente, o que também não ajuda num melhor desempenho dos operadores de transportes aéreos.

 

Avião semelhante ao que se despenhou na manhã deste domingo, dia 9 de setembro, no Sudão do Sul.

O Let L-410 acidentado neste domingo dirigia-se para um aeroporto, cuja pista é de terra batida.

As últimas notícias da imprensa internacional confirmam a ocorrência de 19 mortos e quatro sobreviventes (duas crianças e dois adultos9, que encontram hospitalizados em Yirol. Os destroços foram encontrados numa zona pouco profunda do rio, que desagua no Lago Yirol. A bordo seguiam um médico italiano que trabalha numa instituição humanitária das Nações Unidas, um funcionário da Cruz Vermelha Internacional e o bispo anglicano de Yirol, que regressava a casa.

O avião sinistrado era propriedade da empresa ucraniana Slaver Company, especializada no aluguer de aviões, nomeadamente para companhias e instituições internacionais que trabalham em países com menores índices de desenvolvimento e exigência aeronáutica.

 

  • Notícia atualizada às 04h00 UTC de segunda-feira, dia 10 de setembro




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