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OGMA junta parceiros em Portugal para debater oportunidades

A OGMA promove, pelo quinto ano consecutivo, o ciclo de eventos ‘OGMA Flying Higher’, um programa com várias sessões de trabalho para as quais convida parceiros de negócio e clientes para analisar oportunidades e estratégias para melhorar o desempenho e a qualidade do serviço prestado nas áreas da Aviação Comercial, Executiva e de Defesa.

Este ano, a empresa portuguesa realizou uma sessão setorial, dedicada à área de componentes de aeronaves (Aircraft Components), que teve lugar no dia 11 de setembro, nas instalações da empresa, em Alverca, e que contou com a presença de representantes de várias empresas de referência da indústria aeronáutica.

A criação de uma sessão focada no domínio de Aircraft Components surge como um passo natural na sequência da experiência adquirida ao longo dos últimos cinco anos na qual os ‘OGMA Flying Higher’ se afirmaram como uma plataforma para partilha de conhecimento mútuo e de experiência entre a OGMA e os seus parceiros e clientes. Analisar e melhorar metodologias de trabalho, identificar oportunidades de colaboração e de criação de sinergias com parceiros e aprofundar o relacionamento num contexto menos formal são os objetivos destas sessões.

 

 

Sobre a OGMA

Criada em 1918, a OGMA assenta a sua atividade em duas áreas de negócio – Manutenção, Reparação e Revisão Geral de Aeronaves e de Motores e Componentes de Aviação Comercial, Executiva e de Defesa, e Fabrico de Aeroestruturas para aeronaves civis e militares, de que é exemplo a participação de Portugal no desenvolvimento do EMBRAER KC-390, uma aeronave de transporte militar tático multiusos, que pode executar uma ampla gama de missões: transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais, entre outras.

Com uma localização privilegiada, junto a Lisboa, a OGMA conta com uma área superior a 400 mil metros quadrados, que inclui 10 hangares de manutenção, áreas de fabricação, uma área de manutenção de motores de grande dimensão devidamente equipada, múltiplas oficinas de apoio e uma pista de aterragem e descolagem com 3 mil metros de extensão. A experiência da OGMA é atestada pelas diferentes entidades e fabricantes aeronáuticos, nomeadamente a EMBRAER, Rolls-Royce e a Lockheed Martin.

Desde a privatização, concretizada em 2005, a OGMA é detida em 65% pela Airholding SGPS (100% EMBRAER) e em 35% pela Empordef (100% Estado Português). A empresa conta com 1566 trabalhadores e registou em 2014 um volume de negócios de 166,8 milhões de euros.

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