Sindicatos demarcam-se do SPAC e rejeitam nova perspectiva de greve na TAP

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Os três sindicatos que rejeitaram parar a greve marcada para Dezembro do ano passado no Grupo TAP não estão juntos numa nova tentativa de greve, noticiou na tarde desta terça-feira, dia 12 de Maio o jornal de economia português ‘Dinheiro Vivo’. Esta segunda-feira houve uma reunião entre o SPAC, SITAVA, SINTAC e SNPVAC, mas dali não saiu qualquer acordo para uma nova paralisação.

“Foi uma reunião para ouvir”, afirmou ao ‘Dinheiro Vivo’ fonte sindical que ontem esteve presente na reunião de sindicatos, rejeitando que tenha sido firmado qualquer acordo de princípio para uma nova paralisação.

A reunião, que juntou SPAC (Sindicatos dos Pilotos de Aviação Civil) e os dissidentes da plataforma sindical da TAP, que em Dezembro rejeitaram assinar o memorando com o Governo e a companhia, serviu para falar da privatização e da situação financeira da empresa. No entanto, não resultou, para já, em qualquer movimento conjunto que possa ameaçar parar a empresa, contrariamente ao que nesta terça-feira adiantava o ‘Diário Económico’, na sua edição impressa.

SINTAC, SITAVA e SNPVAC têm sido os sindicatos mais ativos na rejeição da venda da companhia aérea de bandeira e, por isso, os únicos que decidiram ficar de fora do acordo assinado no final do ano passado.

O SPAC, por seu lado, adiantou em comunicado, durante o período de dez dias de greve que cumpriu entre 1 e 10 de Maio, que não está contra a privatização, mas sim a favor do cumprimento do acordo de empresa dos pilotos.

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