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STP Airways, Ceiba e companhias angolanas (exceto a TAAG) continuam na ‘lista negra’

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A Comissão Europeia atualizou nesta quinta-feira, dia 14 de junho, a Lista de Segurança Aérea da União Europeia (UE), também conhecida por ‘lista negra’.

A novidade maior é que todas as companhias aéreas registadas na Indonésia foram removidas e podem voar sem restrições para a Europa e sobrevoar o Espaço Aéreo Europeu.

A lista inclui as companhias aéreas que não cumprem as normas internacionais de segurança e, portanto, estão sujeitas a uma proibição de operação ou restrições operacionais dentro dos países que integram a União Europeia.

Após esta atualização existe um total de 119 companhias aéreas foram banidas dos céus da UE. Entre estas contam-se entre os países que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa as que estão registadas em Angola à exceção da TAAG (aviões das frotas Boeing 737-700 e Boeing 77-200ER e 777-300ER); em São Tomé e Príncipe (STP Airways [voa com equipamento da Euro Atlantic Airways para contornar o impedimento em aeroportos portugueses] e Africa’s Connection); e na Guiné Equatorial (CEIBA Intercontinental). As companhias angolanas que se mantêm na ‘lista negra’ da União Europeia são as seguintes: Aerojet, Air Gicango, Air Jet, Air Nave, Air26, Angola Air Services, Diexim, Fly540, Gira Globo, Heliang, Helimalongo, Mavewa e Sonair.

Olhando para a lista divulgada em Bruxelas na quinta-feira, verificamos que existem 114 companhias aéreas certificadas em 15 países: Afeganistão, Angola (exceção da TAAG), República do Congo, República Democrática do Congo, Djibuti, Guiné Equatorial, Eritreia, Gabão (exceção de duas companhias aéreas que operam sob restrições e condições), a República do Quirguizistão, a Libéria, a Líbia, o Nepal, São Tomé e Príncipe, a Serra Leoa e o Sudão.

A lista assinala inda cinco companhias aéreas a título individual, sobre as quais a União Europeia considera que não estão a cumprir as boas práticas de segurança aérea, e que operam com deficiências de assistência ou manutenção técnica, por não seguirem ou obedecerem a parâmetros devidamente certificados pelas entidades certificadoras internacionais: Iran Aseman Airlines (Irão), Iraqi Airways (Iraque), Blue Wing Airlines (Suriname), Med-View Airlines (Nigéria) e Air Zimbabwe (Zimbabué).

Na Venezuela a Avior Airlines foi colocada na ‘lista negra’ e na República Popular Democrática da Coreia do Norte, a Air Koryo, que trabalha com uma frota de aviões da antiga era soviética, a maioria com quase quatro décadas de serviço ativo, só pode voar para a Europa com dois aviões Tupolev Tu-204 (registos P-632 e P-633)

 

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