TAAG esclarece situação ocorrida com voo Luanda-Lisboa realizado pela Hi Fly

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola divulgou nesta quinta-feira, dia 22 de dezembro, um comunicado em que esclarece a situação ocorrida num voo da companhia, efetuado pela Hi Fly Malta (Airbus A340-300, matrícula 9H-TQY), que desde há alguns meses está contratada para a realização de alguns voos de longo curso da companhia angolana.

 

“O voo DT650 realizado segunda-feira, dia 19 de dezembro no itinerário Luanda-Lisboa foi operado pela companhia Hi Fly, ao serviço da TAAG, tendo-se registado (…) uma situação de sobreaquecimento da cabina e falta de iluminação. Na qualidade de cliente, a TAAG solicitou de forma imediata um relatório ao prestador de serviço Hi Fly, tendo sido aberta uma investigação que incluiu entrevistas aos tripulantes e engenheiros, bem como, a verificação minuciosa dos equipamentos.

O resultado do relatório entretanto recebido, é claro ao afirmar que a causa do incidente não esteve relacionada com a aeronave, nem com a acção do pessoal navegante.

Importa esclarecer a opinião pública que a causa-raiz desta situação está ligada a uma avaria do cais do aeroporto de Lisboa. Este estava inoperante e incapaz de assegurar a alimentação de energia da aeronave, entretanto posicionada em terra para o procedimento de desembarque e instruída para desactivar motores e o APU [gerador auxiliar]. Foi necessário solicitar a intervenção da ANA (entidade responsável pela gestão do aeroporto de Lisboa) para trabalhos de reparação, período no qual se registou o sobreaquecimento de cabina devido a falta de energia. Apenas após a realização dos trabalhos de manutenção é que foi possível iniciar o desembarque de passageiros. Durante este processo os passageiros foram informados sobre a ocorrência e tranquilizados relativamente a sua segurança a bordo.”

No comunicado enviado à redação do ‘Newsavia’ a TAAG “lamenta o transtorno causado aos passageiros e clientes do referido voo”, e assegura estar “em comunicação permanente com as autoridades no sentido de avaliar medidas adicionais e planos de contingência futuros”.

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