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TAP Air Portugal volta a reunir-se com o Sindicato do Pessoal de Voo

Absant Training - Junta-te a Nós, Inscrições AbertasAs conversações entre a TAP Air Portugal e o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), que apresentou quatro pré-avisos de greve, continuam nesta terça-feira, dia 30 de janeiro, depois de uma reunião na segunda-feira à tarde, segundo fonte sindical.

Em declarações à agência Lusa, a mesma fonte informou que depois da assembleia-geral do SNPVAC, cujas decisões não foram divulgadas, na segunda-feira à tarde a empresa solicitou uma reunião e esta terça-feira as partes voltam a sentar-se à mesa.

A reunião dos associados foi convocada para avaliar o ‘mea-culpa’ da TAP, que assumiu o “equívoco” no incumprimento do acordado em voos com os A330-300 e informou que haverá negociação do novo acordo de empresa.

Na assembleia-geral, o SNPVAC avaliou a carta enviada no domingo ao pessoal de cabina pelo ainda presidente executivo da TAP, Fernando Pinto (LINK notícia relacionada).

No passado dia 19, os tripulantes de cabina da TAP anunciaram uma greve entre 9 e 11 de fevereiro e paralisações parciais em março, por estarem esgotadas “todas as possibilidades” para um consenso com o Governo e com a companhia.

Nessa reunião magna extraordinária ficou decidido que a direção apresente “mensalmente um pré-aviso de greve até três dias, caso a TAP Air Portugal continue a manter a mesma postura intransigente e de má-fé”.

Foram ainda aprovadas paralisações a iniciar no dia 28 de março. Uma diz respeito a “todos os serviços de voo a realizar nos equipamentos A330-300 até ao integral cumprimento do “Protocolo operação equipamentos A330-300”, que se relaciona com condições e horários de trabalho.

Outra paralisação será em “voos de médio curso, sempre que a hora de despertar (hora local) ou a apresentação, fora da base, se incluir no período crítico do ritmo circadiano (ciclo metabólico diário), e o tripulante efetuar um tempo máximo de período de serviço de voo superior a seis horas”.

A terceira greve, a partir de 28 de março, diz respeito a “serviços de voo de longo curso, operados em equipamento NB e nos voos de médio curso equivalentes (‘Block time’ igual ou superior a 3h30 em qualquer dos percursos) em regime de ida e volta e que incluam no todo ou em parte o período crítico circadiano (2h00 – 6h00), que sejam planeados para além do 4.º dia de utilização após o último período de folga”.

 

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