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Avião da GOL que transporta a Selecção do Brasil consome bioquerosene

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, e o Ministério do Meio Ambiente do Brasil comemoram a Semana do Meio Ambiente com voo comercial sustentável abastecido com biocombustível.

Para selar a parceria e fortalecer os esforços do Governo Federal e da iniciativa privada para a implementação do Programa Brasileiro de Bioquerosene, as organizações e órgãos envolvidos assinaram um protocolo de intenções para estudos sobre a contribuição do bioquerosene na mitigação das emissões de gases de efeito estufa. O documento estabelece o entendimento de que as partes criarão uma agenda de cooperação entre setor público e privado para promover, divulgar e incentivar o uso de bioquerosene no Brasil. Este conjunto de acções está alinhado com a proposta da indústria para um crescimento sustentável.

“Este é o primeiro de uma série de 200 voos verdes que serão realizados pela companhia entre os meses de Junho e Julho para transportar a Seleção Brasileira e os torcedores que partirão do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, rumo aos destinos que receberão os jogos do maior torneio mundial de futebol. Além de celebrar o momento tornando os céus brasileiros mais limpos, este é mais um passo para a preparação e incentivo da infraestrutura aeroportuária brasileira para o uso contínuo do bioquerosene, inclusive nos eventos esportivos mundiais deste ano e 2016”, afirma Sergio Quito, director-executivo de Operações da GOL. Entre 12 de Junho e 14 de Julho, a GOL utilizará cerca de 2 milhões de litros de mistura de biocombustível, evitando a emissão de aproximadamente 218 toneladas de carbono (CO2) ou 217.809 quilos de gás carbônico. Esta economia representa a absorção de CO2 de 1.335 árvores da Mata Atlântica.

Os duzentos voos utilizarão um blending (mistura) de 4% de bioquerosene de aviação produzido a partir de uma mistura de ICO (óleo de milho não-comestível proveniente da produção de etanol de milho) e OGR (óleos e gorduras residuais) pela UOP-Honeywell.

“O uso de combustíveis renováveis na aviação tem sido fonte de pesquisas e tem figurado como um dos maiores objetivos de diversas companhias aéreas. Desde 2012, a GOL tem apoiado diversas as iniciativas que buscam reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Ao longo de 2013, com medidas para redução de consumo de combustível, a companhia deixou de emitir mais de 12 mil toneladas de carbono”, complementa Quito. Em Setembro de 2013, a GOL fez parte do lançamento do projeto Céus Verdes do Brasil, por um espaço aéreo cada vez mais eficiente, e no dia 23 de Outubro de 2013, Dia do Aviador no Brasil, realizou o primeiro voo comercial movido a biocombustível no Brasil. O Boeing 737-800 foi abastecido em parte com um biocombustível sustentável de aviação fabricado com óleo de cozinha reciclado produzido pela UOP-Honeywell e misturado pela Petrobrás, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento – IADB e Boeing.

As parcerias com a BR Aviation, Boeing, Amyris, UOP-Honeywell, IADB e participantes da Plataforma da Plataforma Brasileira de Bioquerosene permitem a realização de iniciativas como esta para a promoção de voos de baixo carbono, visando a preparação do setor para o Programa Brasileiro de Bioquerosene e para a construção de uma cadeia de valor sustentável do biocombustível no Brasil.

A viabilização da introdução do bioquerosene depende de uma parceria com os Governos Estaduais visando à desoneração parcial ou total do ICMS para compensar a diferença de preço do bioquerosene em comparação com o combustível de origem fóssil nesta fase inicial, enquanto se busca a otimização logística e escalabilidade para a sustentabilidade desta indústria incipiente. O protocolo de intenções e o voo comercial GOL de nesta data simbolizam o primeiro passo dado nesta direção.

 

  • Participaram na solenidade a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, executivos da GOL, Associação Brasileira de Empresas Aéreas (ABEAR), União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (UBRABIO), BR Aviation, Boeing, Amyris, Inter-American Development Bank (IADB) e outros representantes da Plataforma Brasileira de Bioquerosene.
  • Foto fornecida pelo Ministério do Ambiente do Brasil

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