Madeira integrada na lista verde do Reino Unido a partir de 30 de junho

Os governos da Inglaterra, da Escócia, do País de Gales e da Irlanda do Norte, os quatro países que formam o Reino Unido, anunciaram na tarde desta quinta-feira, dia 24 de junho, que a Região Autónoma da Madeira, em Portugal, integra a lista verde para viagens não-essenciais, a partir da próxima quarta-feira, dia 30 de junho, às quatro horas da manhã.

A colocação da região autónoma portuguesa (ilhas da Madeira e do Porto Santo) foi primeiro anunciada pela Irlanda do Norte. A partir do próximo dia 30 de junho, os britânicos que passem férias nas duas ilhas da Região Autónoma da Madeira, única região portuguesa a integrar a lista, não serão obrigados a cumprir a quarentena à chegada. Contudo, terão de fazer um teste PCR.

A nova lista verde da Irlanda do Norte, divulgada na tarde desta quinta-feira, é a mesma que foi seguida pelos restantes países do Reino Unido:

  • Ilha Anguila
  • Ilhas de Antígua e Barbuda
  • Ilhas Baleares (Maiorca, Minorca e Ibiza), Espanha
  • Ilhas Barbados
  • Ilhas Bermudas
  • Território britânico da Antártida
  • Territórios britânicos do Oceano Índico
  • Ilhas Virgens Britânicas
  • Ilhas de Caimão
  • Região Autónoma da  Madeira, Portugal
  • Ilha Dominica
  • Ilha Grenada
  • Malta
  • Ilha Monserrate
  • Ilhas Pitcairn
  • Ilhas Turks and Caicos

A Madeira é a região portuguesa que mais depende do mercado britânico, em termos turísticos. Em 2019 cerca de 20 por cento das dormidas nos hotéis madeirenses foram atribuídas a turistas oriundos do Reino Unido. Presentemente há voos diretos de aeroportos britânicos para as ilhas da Madeira e do Porto Santo. A integração na lista verde permitirá que a partir do próximo mês de julho, a região autónoma passe a contar com cerca de 40 voos oriundos só do mercado britânico, alguns fretados por operadores, mas muitos regulares das companhias British Airways, EasyJet, Jet2, Wizz Air UK e Tuifly UK. Curiosamente, a TAP Air Portugal, companhia de bandeira nacional, deixou de voar entre Londres e a Madeira desde há alguns anos, deixando à concorrência um mercado de muitos milhares de passageiros por semana. Uma política que tem sido muito contestada pelas autoridades regionais e pelos hoteleiros madeirenses.

  • Notícia atualizada às 19h00 UTC

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