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OGMA fornece a segunda geração de aeronaves comerciais da Embraer


 

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal vai produzir diversos componentes estruturais para os E-Jets E2, a segunda geração de aeronaves comerciais da construtora aeronáutica brasileira Embraer. Lançado em junho de 2013, o Programa E2 tem como objetivo reforçar a liderança da Embraer no segmento de mercado de aeronaves de até mais de 130 lugares.

O reforço da relação comercial com um dos maiores construtores aeronáuticos mundiais é outro dos ganhos positivos alcançados com este acordo.

De acordo com Ana Isabel Fernandes, vice-presidente para a Área de Negócio de Aeroestruturas da OGMA, “estes contratos vêm ao encontro do caminho estratégico delineado para reforçar de forma significativa o contributo da área de negócio das Aeroestruturas para o desempenho global da OGMA. Temos vindo a investir em novas infraestruturas, nova maquinaria e na formação das nossas equipas para assegurarmos a melhor resposta aos nossos clientes no tempo mais curto e com o máximo de qualidade. É um motivo de orgulho ter nova prova de confiança da Embraer no nosso trabalho e é, simultaneamente, uma responsabilidade para o futuro”, conclui Ana Isabel Fernandes.

Nas instalações da OGMA, em Alverca, serão fabricados componentes em compósito e componentes maquinados em ligas metálicas para os três modelos das aeronaves E2: ‘wing box’ (E175-E2, E190-E2 e E195-E2), estabilizadores horizontais e ‘flaps’ (E175-E2).

Criada em 1918, a OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A. assenta a sua atividade em duas áreas de negócio – Manutenção, Reparação e Revisão Geral de Aeronaves e de Motores e Componentes de Aviação Comercial, Executiva e de Defesa, e Fabrico de Aeroestruturas para aeronaves civis e militares.

Com uma localização privilegiada, junto a Lisboa, a OGMA conta com uma área superior a 400 mil metros quadrados, que inclui 10 hangares de manutenção, áreas de fabricação, uma área de manutenção de motores de grande dimensão devidamente equipada, múltiplas oficinas de apoio e uma pista de aterragem e descolagem com 3 mil metros de extensão. A experiência da OGMA é atestada pelas diferentes entidades e fabricantes aeronáuticos, nomeadamente a Embraer, Rolls-Royce e a Lockheed Martin.

Em fevereiro de 1994 a empresa tornou-se uma Sociedade Anónima (S.A.) e mudou a denominação, passando de as O.G.M.A. – Oficinas Gerais de Material Aeronáutico para a OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A.

Desde a privatização, concretizada em 2005, a OGMA é detida em 65% pela Airholding SGPS (100% Embraer) e em 35% pela Empordef (100% Estado Português). A empresa conta com 1.734 trabalhadores.


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