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Preso na Bolívia terceiro implicado no acidente do avião da LaMia

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O Ministério Público da Bolívia mandou prender o técnico aeronáutico Joons Miguel Teodovich Ponce, na sequência das investigações que estão em curso sobre o desastre com o avião da LaMia que caiu na Colômbia em novembro passado e que provocou a morte de 71 ocupantes, entre eles os dirigentes e futebolistas da equipa brasileira do Chapecoense (LINK notícia relacionada).

O funcionário, cuja detenção já foi confirmada pelas autoridades judiciais bolivianas, era o supervisor de tráfego aéreo da Administração dos Aeroportos e Serviços de Navegação Aérea da Bolívia (AASANA) e é suspeito de não ter respeitado a legislação quando autorizou o plano de voo internacional da companhia no que concerne à legislação em vigor para o transporte de passageiros.

Por esse motivo o Ministério Público vai acusar Joons Miguel Teodovich Ponce por ter permitido que, através dessa negligência, resultassem “delitos gravíssimos, homicídio culposo e desastre com meios aéreos”.

A técnica Celia Castedo, que recebeu o plano de voo e supostamente o considerou conforme, também trabalhava na AASANA. Está fugida da Bolívia, presentemente no Brasil, onde pediu asilo, e onde disse estar disponível para fazer declarações ao Ministério Público da Bolívia. Está acusada de incumprimento de deveres, por ter permitido que o avião sinistrado tivesse partido da Bolívia com um plano de voo que não cumpria regulamentos básicos, sem que tivesse feito qualquer observação sobre tal comportamento antes do acidente.

Na Bolívia já estão detidos o diretor-geral da empresa aérea, Gustavo Vargas Gamboa, e o seu filho Gustavo Vargas Villegas, que era diretor do Registo Aeronáutico Nacional da Direção-Geral de Aeronáutica Civil, em 2014, quando foi importada da Venezuela a aeronave que teve o acidente.
 

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