Aeroporto de Lisboa regista em julho novo recorde de passageiros

O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, registou um novo recorde mensal de passageiros em julho passado, tendo atingido, pela primeira vez, um número acima dos três milhões, (3.105.398), de acordo com dados a que o ‘PressTUR’ teve acesso, os quais mostram um aumento em 7,8% ou 224,7 mil passageiros relativamente ao mês homólogo de 2018.

O anterior máximo mensal datava de agosto de 2018, com 2.896.198 passageiros.

Os dados demonstram que o novo recorde se deve às rotas internacionais, que somaram 2.739.062 passageiros, com um aumento em 8,6% ou 217,7 mil passageiros, enquanto o tráfego doméstico, incluindo ligações em Portugal Continental e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, teve um aumento passageiros de apenas 1,9% ou cerca de sete mil viajantes, totalizando 366.336.

As dez principais origens/destinos internacionais de passageiros em julho são: França, com 348.184 passageiros; Espanha, com 327.402; Reino Unido, com 257.499; Alemanha, com 246.483; Brasil, com 217.051; Itália, com 176.219; Estados Unidos, com 154.322; Suíça, com 128.557; Holanda, com 107.848; e Bélgica, com 86.689.

Entre estas dez principais origens/destinos, apenas as rotas da Alemanha e da Holanda tiveram menos passageiros em Lisboa neste mês de julho comparando com o mesmo período de 2018, tendo registado quebras em 2% e em 1,3%, respectivamente.

Os crescimentos mais fortes entre as Top10 origens/destinos foram das rotas que ligam Lisboa com os Estados Unidos, com um aumento em 28,9%; com o Brasil, com uma subida em 18,6%; e com o Reino Unido, com +12,7 por cento.

Já quando se consideram as 20 maiores origens/destinos de passageiros, os aumentos de passageiros mais fortes foram nas rotas que ligam a capital portuguesa à Irlanda, que tiveram um aumento em 87,5%, e as rotas de Cabo Verde, que tiveram um aumento em 33,2 por cento.

E o pior resultado, por sua vez, foi da rota dos Emirados Árabes Unidos (Lisboa-Dubai, com a Emirates), que teve uma quebra de passageiros de 13,2 por cento.

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