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Ampliação do Aeroporto de Macau aguarda autorização de Pequim


 

O Governo da República Popular da China ainda não deu “luz verde” ao pedido de expansão do Aeroporto Internacional de Macau (AIM), revelou o presidente da Autoridade de Aviação Civil do território à agência noticiosa ‘Macau News Agency’. “Diferentes ministérios já emitiram alguns comentários sobre o plano. Vamos ter de realizar mais estudos tendo em consideração as opiniões prestadas e ajustá-las ao projecto”, disse Simon Chan à margem da 6ª edição da Exposição da Aviação Civil de Macau.

No início deste ano, o Governo de Pequim anunciou que a construção seria dividida em três fases. O objectivo final é que o aeroporto tenha capacidade para 15 milhões de passageiros anuais (entre 2033 e 2040), 58 mil toneladas de carga e 107 mil movimentos de aeronaves. Além disso, haverá uma ligação ao terminal do Pac On e 47 lugares de estacionamento com 20 mangas de embarque.

A primeira fase de alargamento inclui uma aterro entre os taxiways e a zona circundante. A Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau (CAM) prevê expandir a extensão norte do terminal de passageiros de 45 mil metros quadrados para 59 mil. “Quando a expansão norte do terminal estiver concluída, o aeroporto vai conseguir atingir uma capacidade de 7,5 milhões de passageiros. Prevemos que este ano consigamos chegar entre 6,9 e sete milhões [de passageiros]”, apontou Simon Chan.

O aeroporto encerrou 2016 com mais de 6,6 milhões de passageiros, um aumento anual de 14% e um recorde em 21 anos de operação. A fase inicial do plano de expansão previa que o número de passageiros chegaria aos sete milhões em 2019, 11 milhões em 2037 e 15 milhões em 2040. Segundo Simon Chan, a zona norte do terminal já “atingiu a sua capacidade máxima de passageiros”. “O aumento de passageiros será gradual e, espero já termos iniciado a expansão quando os números aumentarem”, acrescentou.

Por outro lado, o presidente da Autoridade de Aviação Civil revelou ainda que o novo hangar para jatos comerciais sofreu atrasos pelo que só irá começar a operar em 2018. “Estamos à espera de alguns documentos. O exterior do hangar sofreu alguns danos devido ao tufão ‘Hato’, por isso, é preciso mais algum tempo para reparar antes da certificação oficial”.

 

  • Publicado pelo jornal de língua portuguesa ‘Tribuna de Macau’, na edição de 06 de novembro de 2017.

 

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