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Companhias brasileiras pediram mais de 1.500 voos extras para o período do Campeonato do Mundo de Futebol

As companhias aéreas brasileiras solicitaram 1.523 voos regulares extraordinários para satisfazer a procura de viagens durante as semanas em que serão disputados os jogos do Campeonato Mundial de Futebol, no período de 6 de Junho a 20 de Julho.

O número de pedidos foi revelado ontem, terça-feira, pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), entidade que deve divulgar as autorizações concedidas no próximo dia 15 de Janeiro. A entidade esclareceu que 1.523 é o saldo líquido a mais de voos, dado haver diversas alterações na programação normal das companhias, quer por via de cancelamentos, quer de alterações de horários e, também, de novas ligações.

A ANAC anunciou que só depois do dia 15 de Janeiro, com todas as alterações estabelecidas e autorizadas, é que as companhias poderão colocar os bilhetes à venda.

A imprensa brasileira revelou ontem que as cinco rotas que mais receberão reforço de voos serão as de Brasília para Guarulhos (S. Paulo), do Rio de Janeiro para Buenos Aires, do Rio de Janeiro para Campinas (S. Paulo), de Fortaleza para Guarulhos e de Salvador para Guarulhos. Os aeroportos que terão o maior número de oferta de novos assentos serão Cuiabá (48%), Campinas (41,6%), Guarulhos (36,5%), Natal (27,5%), Fortaleza (17,8%), Salvador (14%), Recife (13%) e Galeão (13%).

A partir de 16 de Janeiro, as empresas aéreas também poderão solicitar autorizações para realizar voos fretados. E em 24 de Junho de 2014 será aberto o prazo para solicitação de voos fretados para a fase eliminatória.

A operação aérea da Copa leva em conta a movimentação de voos em 25 aeroportos, sendo 12 nas cidades-sede e outros 13 localizados em aeroportos até 200 quilómetros de distância dessas cidades. Será montado ainda um Centro de Controle e Coordenação, com participação de companhias aéreas e de representantes de órgãos públicos ligados às operações aéreas e aeroportuárias.

Não obstante o grande número de voos extraordinários que está previsto e em processo de autorização, o governo brasileiro ainda admite abrir o espaço aéreo a companhias estrangeiras que pretendam voar no país, desde que os movimentos encaixem em faixas horárias com espaços disponíveis, quer nos corredores aéreos, quer nos aeroportos.

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