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Força Aérea de Angola necessita de quadros à altura das exigências

A Força Aérea Nacional (FAN) de Angola precisa de quadros capazes e à altura, para corresponder às exigências actuais e específicas da Ciência e da Técnica, em estreita coordenação com as inovações do mundo contemporâneo, afirmou esta quarta-feira, dia 2 de Julho, o general Francisco Lopes Afonso, Comandante da FAN.

Ao intervir no acto de encerramento do curso de formação de oficiais operativos de Defesa Anti-Aérea, na cidade do Namibe, o general da FAN considerou que os 23 anos percorridos por este ramo das Forças Armadas Angolanas (FAA) foram de “honra, de trabalho árduo e de vitórias.

“No actual contexto, em que se assiste às mudanças estruturais e substanciais de âmbito nacional e internacional, o comando superior da Força Aérea e das Forças Armadas Angolanas, em geral, está, cada vez mais, engajado na formação de quadros e efectivos, nas diferentes áreas que compõem este ramo“, acrescentou o general.

Na sua intervenção, o oficial superior das FAA explicou que a Escola de Armas e Serviços nasceu na sequência da formação das Forças Armadas Angolanas, e tem sido imperativo em circunstâncias próprias: formar e integrar os efectivos vindos das Ex-Forças Armadas Populares de Angola, FAPLA, e os das Ex-Forças Armadas de Libertação de Angola (FALA), para o engrandecimento de uma instituição castrense coesa e pronta para defender a integridade territorial, a soberania, a paz, a unidade nacional, bem como as instituições democráticas.

Desde a sua fundação, a Escola de Armas e Serviços já ministrou 38 cursos em diversas especialidades, entre elas a polícia aérea, postos de comando e de defesa anti-aérea.

O general afirmou que, para se alcançar o desenvolvimento deste ramo, é necessário ter oficiais educados integralmente, quer do ponto de vista militar, como em matéria de estrutura geral, trabalhando em estreita ligação para se desenvolver, no homem militar, as emoções cognitivas, psicomotoras e afectivas.

“Saibam, pois, partir para outros horizontes, sempre na busca de conhecimentos actualizados, para o alcance da eficiência e da eficácia do seu trabalho e na perspectiva de coordenar melhor a chamada de reflexão e acção, de modo actuante e consistente”, exortou o general.

 

  • Texto da Agência ANGOP.

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