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Gol quer aumentar lotação dos seus aviões – MAX9 está em estudo

O presidente da companhia aérea brasileira Gol – Linhas Aéreas Inteligentes, Paulo Kakinoff, disse nesta quinta-feira, dia 17 de Setembro, que a companhia está a negociar com a construtora de aviões norte-americana Boeing a incorporação de aviões de maior capacidade, mas sem alterar muito a sua filosofia de negócio.

A Gol encara a possibilidade de substituir no futuro a sua frota de aviões Boeing 737-700 (149 passageiros) e 737-800 (189 lugares) por aparelhos do modelo 900 da mesma gama, mas com maior capacidade (220 passageiros) ou mesmo do B737-MAX9, avião que entrou agora na linha de montagem e que, por ser praticamente novo, irá demorar algum tempo para ser certificado.

Segundo refere nesta quinta-feira o serviço de notícias online do portal da revista brasileira ‘Mercado & Eventos (M&E), o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, que falava na sessão de abertura do ‘5° Workshop: Os Bastidores da Aviação’, não fez mais comentários acerca de uma eventual remodelação da frota da companhia totalmente formada por aviões Boeing 737, nas versões 700 e 800.

 

Gol reduz malha aérea no Brasil entre 1 e 1,5 por cento

Acerca da intervenção de Paulo Kakinoff no evento, o ‘M&E’ refere que foram revelados números acerca da atividade da companhia. A Gol vendeu no ano passado 38 milhões de bilhetes aéreos. Ainda de acordo com o executivo, no primeiro semestre deste ano, já foram transportados 17.552.000 de passageiros.

“Verificamos que o crescimento se deve ao crescimento demográfico. Ao mesmo tempo com a inclusão económica dos últimos anos, muitas pessoas ainda voam pela primeira vez. Além disso, o regime de liberdade tarifária possibilitou que tivéssemos 50% nos nossos bilhetes vendidos no valor de 299 reais, um valor baixo”, afirmou Kakinoff.

O presidente executivo da Gol confessou que a crise económica fez com que a companhia aérea reestruturasse a sua rede de voos. “A empresa prevê redução de 1 a 1,5 por cento das frequências em termos assentos/quilómetro em 2015 face a 2014, conforme os maiores custos com a alta do dólar e o arrefecimento da demanda pesam sobre a companhia.”

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