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Grupo Lufthansa baixa receitas mas melhora resultados

A faturação total do Grupo Lufthansa no primeiro trimestre de 2016 diminuiu 0,8%, para 6,9 mil milhões de euros. Apesar do volume sensivelmente maior de passageiros, as receitas do tráfego diminuíram 3,9%, o que reflete a substancial pressão sobre os preços enfrentada pelas empresas aéreas e os negócios de carga do grupo. O principal indicador financeiro do êxito dos negócios do grupo – o seu EBIT Ajustado –, porém, aumentou 114 milhões de euros, chegando a -53 milhões de euros.

Este aumento decisivo do resultado no tradicionalmente fraco primeiro trimestre deve ser atribuído não somente às vantagens decorrentes da redução continuada dos custos de combustível, que chegaram a 237 milhões de euros no período, mas também a uma redução de 4,0% nos custos unitários, excluídos os impactos de combustível e câmbio, refere o grupo europeu de aviação comercial num comunicado em que anuncia os resultados do exercício dos primeiros três meses do ano em curso.

Nos resultados do grupo no primeiro trimestre de 2015 estavam incluídos 100 milhões de euros de despesas com a depreciação do bolívar venezuelano e efeitos de greves. Isso influenciou de forma positiva a evolução relativa dos custos unitários no primeiro trimestre desse ano. Mas os custos unitários do primeiro trimestre de 2016 também refletem o sucesso das medidas de redução de custos aplicadas em todo o Grupo Lufthansa, ao mesmo tempo em que o crescimento da Eurowings também teve influência positiva sobre os níveis gerais dos custos unitários.

 O aumento dos rendimentos do Grupo Lufthansa no primeiro trimestre é encabeçado pela Lufthansa Passenger Airlines e a Austrian Airlines. As demais empresas aéreas do grupo reportaram resultados menores. O EBIT Ajustado da Lufthansa Passenger Airlines aumentou 244 milhões de euros, o da Austrian Airlines 23 milhões de euros. O EBIT Ajustado da SWISS diminuiu 28 milhões de euros, em grande parte devido à demanda em face do forte franco suíço. A Eurowings, cujos resultados estão sendo reportados separadamente pela primeira vez, obteve um EBIT Ajustado no primeiro trimestre 33 milhões de euros menor do que o do ano anterior, refletindo os custos iniciais de introdução dos voos de longa distância da empresa e os custos de configuração estrutural.

A Lufthansa, que lidera o grupo, é uma das maiores e mais prestigiadas empresas aéreas do mundo. Voa atualmente para 205 destinos em 75 países, com centros de distribuição em Frankfurt e Munique. Com a aquisição da Austrian Airlines, SWISS e parte da Brussels Airlines pelo Grupo Lufthansa, Viena, Bruxelas e Zurique foram incluídos como centros de distribuição adicionais. O grupo todo transportou um total de 108 milhões de passageiros em 2015. Em 2016, o novo horário de voos do Grupo, iniciado em 27 de março, oferece mais de 11.500 frequências semanais para 316 destinos em 101 países em todo o mundo.

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