Prejuízos enormes na indústria da aviação comercial canadiana

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A passagem do tufão ‘Irma’ pelas ilhas Caraíbas e pelo Estado da Flórida, nos EUA, está a marcar negativamente a atividade do turismo e viagens no Canadá, não só das empresas que estão implantadas nesses destinos, mas também das companhias aéreas e operadores turísticos que transportam os turistas para esses locais, muito populares entre os canadianos.

O assunto está a ser tema de notícias e reportagens na imprensa nacional no último fim-de-semana. As quatro principais companhias aéreas do país e os seus operadores turísticos, além dos prejuízos que sofreram por realizarem voos antecipados para retirar passageiros dos destinos afetados (voos que partiram do Canadá vazios), estão agora muito preocupadas quanto à recuperação do movimento de passageiros para os locais atingidos pelo ‘Irma’, que, em situações normais mobilizam muitas dezenas de voos oriundos de aeroportos do Canadá, país que durante a maior parte do ano tem temperaturas muito baixas.

A Air Canada, a Air Transat, a WestJet e a Sunwing cancelaram os seus voos no fim-de-semana e só deverão retomar as operações na segunda-feira, dia 11 de setembro, se bem com algumas limitações, já que as estruturas aeroportuárias nesses países se encontram danificadas.

É difícil, por agora, fazer cálculos de quanto irão perder essas companhias aéreas e os seus operadores turísticos – Air Canada Vacations, Transat, WestJet Vacations e Sunwing – mas o certo é que terão as suas contas penalizadas. Um economista canadiano, que trabalha com companhias aéreas e de viagens, disse ao jornal ‘The Globe and Mail’ que uma hora de voo num avião Airbus A320 custa à volta de 10 500 dólares. Agora é fazer contas, considerando também os voos anulados e que não obtiveram receitas, e apurar prejuízos. Só a WestJet, uma companhia de baixo custo do Canadá, já cancelou cerca de meia centena de voos desde o passado dia 6 de setembro.

 


“Como

 

Mais um tufão a caminho das ilhas das Caraíbas

As ilhas de Saint-Martin (também conhecida por St Marteens) e Saint-Barthélemy, nas Caraíbas, estão sob alerta máximo devido à aproximação do furacão José, de categoria quatro, anunciou o instituto de meteorologia francês. Prevê-se um início de semana novamente difícil e perigoso para os habitantes insulares que viram as suas ilhas destruídas na semana passada pela passagem do ‘Irma’.

As autoridades apelaram à população local para que não saia, “sob nenhum pretexto”. Está proibida a circulação a pé ou de carro, sob pena de sanções, mas as organizações de socorro podem intervir pontualmente. O tráfego aeroportuário comercial também está suspenso até nova ordem.

O furacão ‘José’ deverá gerar rajadas de vento na ordem dos 100 quilómetros/hora, que podem alcançar os 120 quilómetros/hora, esperando-se também chuvas fortes e vagas a atingir os seis a oito metros. A situação poderá estar normalizada no final deste domingo, dia 10 de setembro, após a passagem da tempestade.

As autoridades holandesas, que administram metade da ilha de St Marteens, estimam que 70 por cento das habitações ficaram bastante danificadas ou foram destruídas, deixando muitos dos 40 mil residentes dependentes de abrigos públicos, quando se preparam para a chegada do furacão ‘José’.

 

 

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