Royal Air Maroc retoma voos de Casablanca para o Norte de Portugal

Data:

https://arabaviationsummit.net/spot_img

aMês da Criança - Participe no sorteio e ganhe bilhetes


 

A Royal Air Maroc (RAM) retomou no domingo, dia 25 de junho, a sua carreira regular sazonal entre Casablanca e a cidade do Porto, no norte de Portugal.

O voo terá três frequências semanais e será realizado em aviões Boeing 737-800 com capacidade para transportar 159 passageiros em duas classes.

Na cerimónia que ocorreu no Aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro, na cidade do Porto, o diretor-geral da RAM para Portugal, Adil Korchi destacou as relações da companhia aérea marroquina com Portugal, que iniciou voos para Lisboa em 1975, na retoma do regime democrático no País. Desde há dois anos que foram abertas ligações para a segunda maior cidade portuguesa, que são feitas apenas durante o Verão.

Adil Korchi destacou ainda a expansão e consolidação da rede de destinos da companhia aérea de bandeira marroquina, que celebra agora 60 anos de existência. No ano passado reabriu Washington (EUA), Doha (Catar) e Nairobi (Quénia) e este ano está a retomar e a lançar voos para o Porto, Rio de Janeiro (Brasil), Nápoles (Itália) e Manchester (Reino Unido).

A cidade do Porto é hoje um importante centro de negócios, dado ali convergirem diversas atividades industriais, e tem tido nos últimos anos uma procura muito grande por parte de turistas de todo o mundo durante todo o ano.

Nas ligações para Casablanca, os passageiros da RAM encontram no hub da companhia marroquina ligações para cerca de 90 destinos mundiais, dos quais 32 no continente africano.

 

  • Foto © ANA Aeroportos de Portrugal

Compartilhar publicação:

REGISTE-SE

spot_img

Popular

spot_img

Mais como isso
Relacionado

Mais passageiros transportados interilhas em Cabo Verde em março e abril deste ano

Os dois aviões fretados pela TACV, companhia aérea estatal...

Presidente da TAP defende que o Estado Português não deve privatizar totalmente a empresa

O presidente da TAP, Luís Rodrigues, defendeu que o...