Ryanair vai decorar dois aviões com imagens dos Açores

O contrato que o Governo Regional dos Açores assinou com a Ryanair, obriga a companhia irlandesa de baixo custo, líder na Europa em rotas naquele segmento de negócio, a exibir duas aeronaves com imagens exteriores dos Açores, durante pelo menos um ano.

O jornal ‘Correio dos Açores’, que se publica na cidade de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, explica na sua edição desta terça-feira, dia 12 de maio, os pormenores do contrato, que tinha sido revelado na segunda-feira, pela ‘Antena 1 Açores’ (LINK notícia relacionada)

Num texto da autoria do jornalista João Paz, ficou a saber-se que “duas aeronaves a voar maioritariamente com base no Reino Unido serão decoradas com imagens de grande visibilidade dos Açores no seu exterior e inserções publicitárias do destino turístico Açores, também no espaço de um ano, no interior de, pelo menos, duas aeronaves que voem com base no Reino Unido”.

E prossegue o texto:

“O contrato com o Governo dos Açores inclui também a promoção da Região no interior de duas aeronaves da Ryanair dentro do Reino Unido e a promoção do destino Açores no Facebook, no Instagram e uma viagem de jornalistas ingleses à Região.

Estas são duas das acções de marketing que a companhia aérea low cost assume assegurar mediante um contrato assinado entre um dos seus responsáveis, David O’Brian, e a secretária da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro, no valor de 920 mil euros mais IVA.

Segundo este contrato, a Ryanair compromete-se a enviar newsletters electrónicas com o Destino Açores como destaque principal, no mínimo de cinco, enviada para um total de destinatários superior a 5 milhões.

O contrato estipula como outra das obrigações inserções publicitárias de “grande visibilidade” no exterior de aeronaves, como sejam pintura ou decalques alusivos ao destino turístico Açores no exterior de aeronaves que estejam maioritariamente baseadas no Reino Unido, desde que realizados após a celebração do contrato. No mínimo, deverão ser duas aeronaves com pintura ou decalques exteriores que “promovam a notoriedade dos Açores, com permanência publicitária de pelo menos 12 meses”.

Outra das obrigações são “inserções publicitárias de grande visibilidade” no interior das aeronaves (decalques ou outro tipo de inserções publicitárias alusivas ao destino turístico dos Açores), como sejam as bagageiras, assentos, encostos de cabeça, e painéis de bordo). As duas aeronaves têm que estar maioritariamente baseadas no Reino Unido.
A Ryanair compromete-se ainda em incluir banners ou anúncios no Facebook, ou sejam, seis anúncios diferentes sobre os Açores no mercado do Reino Unido, num total superior a 400 mil impressões.

Vai colocar, igualmente, banners ou anúncios no Instagram, num total de 6 anúncios diferentes sobre os Açores no mercado do Reino Unido, num total superior a 250 mil impressões.

Assumiu também o compromisso de publicar o mínimo de um vídeo Açores com, pelo menos, 60 segundos.

O contrato inclui, igualmente, inserções publicitárias em sites de viagens – banners ou outro género de destaques em páginas da Internet de operadores turísticos, companhias aéreas ou rede de agentes vocacionados para venda de pacotes online, no mercado do Reino Unido num total superior a 1.500 mil impressões.

Compromete-se, por fim, a patrocinar Viagens de Imprensa a deslocação de, pelo menos, uma equipa de jornalistas, bloguers ou formadores de opinião (influencers) do Reino Unido aos Açores, com uma duração mínima de quatro dias e que deve resultar em, pelo menos, um vídeo publicado no Youtube.

A Ryanair foi uma das quatro empresas concorrentes ao concurso público. As outras três foram a ‘Monsters and Company – Soluções de Comunicação, a ‘media Gate, Agência de Meios e Comunicação’ e a ‘Rho- des Entertainment’.

A Região pretende que a Ryanair “incremente a notoriedade do destino e assegure o acréscimo do volume de turistas para os Açores”.

A Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo assume o compromisso de pagar um prémio de 240 mil euros à Ryanair, acrescido do IVA “pela boa execução do contrato e caso a promoção turística, por si efectuada, resulte num aumento da procura do destino Açores, no respectivo mercado”.

 

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