Vento dá tréguas – Movimento normalizado no Aeroporto da Madeira


 

As melhorias no tempo registadas no aeroporto da Madeira levaram a TAP Air Portugal e outras companhias com voos para a ilha a reprogramarem as operações, colocando aviões com maior capacidade a fazer as viagens que estão programadas para esta quarta-feira, dia 4 de outubro (LINK notícia relacionada).

A companhia aérea portuguesa, que praticamente não voou para a Madeira nas últimas segunda e terça-feiras, decidiu reforçar a frota para conseguir transportar mais passageiros. “Estamos a fazer voos com três A321 (em vez de A320), um A320 (em vez de um A319) e vamos inclusivamente operar dois A330 em voos extra durante o dia de hoje”, revelou nesta quarta-feira a comunicação da TAP ao ‘Diário de Notícias’ da Madeira.

Hoteleiros querem melhor informação sobre cancelamentos de voos e aviões divergidos

Entretanto, a Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF) defendeu um maior fluxo de informação entre o aeroporto da Madeira e os hoteleiros, por forma a facilitar a ajuda aos passageiros afetados pelo cancelamento de voos.

Roland Bachmeier, presidente da mesa de hotelaria da ACIF, deixa o aviso de que o “fluxo de informação” entre ambas as partes deve ser aprofundado, considerando que “é necessário saber se os clientes de determinado avião chegam ou não chegam”, referindo-se ao fato de um avião ter divergido para outro aeroporto e depois chegar muitas horas depois.

A hotelaria regional tem-se desdobrado em esforços para fazer face ao aumento de número de camas necessárias quando a operacionalidade do Aeroporto da Madeira – Cristiano Ronaldo é afetada devido ao excesso dos ventos.

Roland Bachmeier, em declarações publicadas pelo ‘JM – Madeira’ recorda que está em desenvolvimento uma plataforma baseada na internet que irá permitir às companhias aéreas saber da disponibilidade de camas quando acontecem estas situações, mas reconhece que o alojamento local tem retirado capacidade de acomodação, porque não está na tutela do turismo.

“As camas que existem na hotelaria na Madeira têm um inconveniente que é o AL (alojamento local) que acaba por agravar a situação do aeroporto porque nós temos, no momento, através de contas que fizemos, à volta de pouco mais de 12 mil camas só no AL”, afirmou.

 

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