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Aero Vip assume risco da operação entre 1 e 7 de Junho na rota Madeira-Porto Santo

A Aero Vip anunciou esta tarde no Funchal que a companhia vai garantir dois voos diários entre os aeroportos da Madeira e do Porto Santo, entre os dias 1 e 7 de Junho, para assegurar o transporte dos passageiros que pretendam viajar de avião entre as duas ilhas do arquipélago da Madeira.

Sérgio Leal, administrador e director comercial da companhia aérea portuguesa, disse hoje à ‘NewsAvia’ que esta decisão é por conta e risco da Aero Vip, não obstante o facto de estar a ser coordenada com a Secretaria de Estado dos Transportes, em Lisboa.

Serão feitos dois voos diários, com saída da Madeira, pelas 08h30 e pelas 20h30, e regresso logo após as necessárias formalidades de desembarque e embarque na ilha do Porto Santo. Os horários e preços, estes mantêm-se iguais os que estão agora em vigor, já estão disponíveis no site da empresa (www.aerovip.pt).

A Aero Vip está a fazer os voos entre as ilhas da Madeira e do Porto Santo desde o passado dia 1 de Janeiro de 2014 mediante um contrato de ajuste directo entre a companhia e a Secretaria de Estado dos Transportes, face à recusa da SATA em prorrogar o seu contrato, alegando discordância com as condições monetárias oferecidas pelo Governo da República. Este contrato termina amanhã, dia 31 de Maio, e embora haja algum atraso, a Aero Vip espera continuar na rota por mais três anos, de acordo com o contrato assinado e por ter ganho o concurso ao qual se submeteu e ganhou, por, segundo o júri, ter satisfeito as condições exigidas.

O que leva a esta situação anormal, que se viverá na próxima semana, é o facto do Tribunal de Contas ainda não ter colocado o seu visto no contrato, o que inviabiliza o início da operação. Face ao impasse, a companhia aérea resolveu assumir os riscos da operação, com um programa de voos apropriado ao menor movimento que tem ocorrido na rota e que a Aero Vip considera adequado ao fluxo de passageiros existente nesta época do ano.

Sérgio Leal reafirma que a companhia está certa de que irá assumir, em breve, os próximos três anos de contrato assinado este mês em Lisboa com o Governo da República e que este compasso de espera se deve apenas a demoras justificadas pela burocracia, na parte que diz respeito ao visto do Tribunal de Contas.

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