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Aviação brasileira garante adequada prestação de serviço nos Jogos Olímpicos

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Operadores aeroportuários, companhias de aviação comercial, geral e executiva (táxi aéreo) e empresas de serviços auxiliares de transporte aéreo assinaram, na semana passada (dia 21 de junho) o acordo final que define compromissos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

As entidades assumiram a responsabilidade de conclusão, antes do período olímpico/paralímpico, de possíveis obras e manutenções correntes nos terminais; da ampliação do horário de funcionamento de estabelecimentos de alimentação mediante a demanda dos viajantes; a geração de informação em tempo real para comunicação com o passageiro; da manutenção de atrasos em níveis abaixo de 15% nos principais aeroportos; e do acompanhamento do quadro meteorológico do País.

Entre as medidas anunciadas pelas companhias aéreas LATAM, GOL, Azul e Avianca estão ações com foco no atendimento, receptivo, apoio e acompanhamento de Passageiros com Necessidade de Assistência Especial (PNAEs).

As empresas se comprometeram também a trabalhar com aeronaves de reserva, aumento do nível de combustível das aeronaves (voos alternados) e a aplicar um plano de contingência para eventual queda de sistemas de check-in. Os passageiros serão avisados em comunicados especiais sobre alteração de voos, e as tripulações terão capacidade de atendimento de acordo com as rotas planeadas.

Já entre as ações listadas pelas empresas de aviação geral e táxi aéreo estão as especiais de segurança para o estacionamento de aeronaves.

 

A abertura oficial da Olimpíada será no dia 5 de agosto, no Rio de Janeiro. O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil estima que mais de 1 milhão de passageiros – entre atletas, membros de delegações e turistas – circulem pelos principais aeroportos do evento: Galeão e Santos Dumont (Rio de Janeiro), Guarulhos, Congonhas e Viracopos (São Paulo), Brasília (Distrito Federal), Belo Horizonte/Confins (Minas Gerais), Manaus (Amazonas) e Salvador (Bahia). Desses, quatro mil são atletas paralímpicos, reforçando o desafio histórico de acessibilidade nos aeroportos brasileiros.

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