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Companhias americanas cortam 40% da capacidade para Venezuela

Dez das onze companhias aéreas que voam para e de Venezuela já reduziram a sua disponibilidade de voos e de assentos nas ligações com Caracas, informou a Associação de Linhas Aéreas de Venezuela (ALAV).

A informação tem como base um relatório de voos operados por essas companhias para aeroportos venezuelanos fechado anteontem, dia 20 de Maio. A média de quebra é de cerca de 40 por cento.

 

A única excepção é a companhia brasileira Gol que elevou a sua oferta com mais 58% de assentos disponíveis entre São Paulo-Caracas-São Paulo.

 

Desde o princípio do ano que as companhias estrangeiras, europeias e americanas, que trabalham para Venezuela baixaram a sua oferta, devido ao problema criado pela dívida de cerca de quatro milhões de dólares norte-americanos que o Governo Bolivariano de Venezuela tem para com mais de uma dezena de companhia, algumas desde final de 2012, que pretendem receber nos seus países as receitas dos bilhetes vendidos naquele país latino-americano, com uma taxa de câmbio reportada ao tempo em que efectuaram as vendas.

A empresa que mais cortou foi a Tiara, de Aruba, em cerca de 85%, seguindo-se a Avianca, da Colômbia, com 66% e a LAN do Chile com 63%.

A última companhia a anunciar um corte foi a Copa Airlines, do Panamá, que já reduziu 45% e que, segundo a ALAV, irá anunciar novos cortes no dia 2 de Junho. A companhia tem voos para Caracas, Valencia e Maracaibo.

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