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Fernando Pinto: “Assumimos o compromisso de continuar a aprofundar o que nos une”

“A posição geográfica de Portugal privilegia a criação de um hub entre a Europa, as Américas e a África, facto que tem sido potenciado pela ação da TAP Air Portugal nos últimos anos”, afirmou o presidente executivo da companhia aérea portuguesa, na intervenção que abriu o ‘LUSOAVIA – Encontro Internacional de Aviação dos Países Lusófonos’, que decorre entre os dias 12 e 14 de outubro, no Centro de Congressos de Lisboa.

Fernando Pinto saudou a organização do evento por ter promovido uma iniciativa que junta parceiros da indústria do turismo e da aviação nos países lusófonos, considerando que “é uma honra estar presente num encontro que é uma mais-valia para o setor e para as comunidades lusófonas em todo o mundo”.

O presidente executivo do maior grupo português de aviação comercial destacou na sua intervenção o papel que a TAP teve nas últimas décadas na aproximação das comunidades lusófonas, nomeadamente no Brasil, onde para chegar à maior parte do seu imenso território era necessário voar primeiro para as cidades de São Paulo ou do Rio de Janeiro. E foi a TAP que abriu as novas acessibilidades para as cidades brasileiras, para o Nordeste, para o Norte e para o sul do País. Hoje a companhia portuguesa tem voos diretos de Lisboa e do Porto para 10 cidades brasileiras, a maioria diários, tendo se tornado na companhia aérea que mais ligações oferece entre a Europa e o Brasil (cerca de 80 semanais), recordou Fernando Pinto, que afirmou que a TAP tem tido um papel fundamental no desenvolvimento do turismo no Nordeste Brasileiro.

“Em 2000 a TAP servia cinco destinos no Brasil, nenhum diário. Hoje, serve, 10 destinos diretos no Brasil, em algumas rotas com voos bi-diários. Aumentou em 100% o número de destinos e em 356% o número de frequências semanais, que são hoje 80”, recordou o palestrante.

No continente africano, outro foco da lusofonia, a TAP voa para 17 destinos em 11 países.
Após a “revolução comercial” que se deu na companhia em 2015 a companhia abriu novas rotas em África – Abidjan (Costa do Marfim), Lomé (Togo) e Fez (Marrocos) – e retomou as ligações para a Guiné-Bissau e reforçou as frequências para Dakar (Senegal) e São Tomé.

Precisamente em 2015, “o processo de privatização da TAP veio acelerar ainda mais o crescimento, pela nova capacidade de investimento, tornando a companhia mais forte e competitiva”, salientou Fernando Pinto, que enumerou, com particular ênfase, a reestruturação da frota da empresa aérea nacional portuguesa:

 

  • Compra de 53 novos aviões; primeira companhia a operar o novo A330neo com cabina Airspace – mais conforto;
  • Investimento de 70 milhões de euros em programa de atualização dos interiores da frota – mais conforto e melhor serviço.
  • Renovação total da frota regional, com novos Embraer 190 e 195 e ATR-72 – crescimento de 47% de lugares oferecidos e poupança nos consumos de combustível.
  • Nova marca TAP Express, que substituiu a designação comercial Portugália Airlines – reforço da marca TAP.
  • Criação da Ponte Aérea, com ligações diárias de hora a hora entre o Porto e Lisboa – serviço de qualidade na ligação das principais cidades de Portugal – foi já alcançado o marco de um milhão de passageiros transportados.
  • Expansão no mercado norte-americano – voos diários para Nova Iorque (JFK) e Boston; abertura da rota Toronto (Canadá); reforço da operação já existente (Miami e Newark) – TAP triplicou operação para a América do Norte e transportou nestas rotas mais de 633 mil passageiros.

 

A TAP voa presentemente para sete destinos em Portugal, 46 cidades na Europa, cinco cidades na América do Norte e 10 no Brasil, e para 17 destinos em África, num total de 84 aeroportos em todo o mundo.

A atual frota do Grupo TAP, incluindo os aviões operados pela Portugália Airlines e pela White Airways para a marca TAP Express é constituída por 88 aeronaves (eram 30 no ano 2000), que fazem uma média de 350 descolagens por dia: quatro A340-300; quatro A330-300; catorze A330-200; quatro A321-200; vinte A320-200; vinte-e-um A319-100; nove Embraer 190; quatro Embraer 195; oito ATR 72- 600.

 

Ao terminar a sua intervenção no primeiro painel do LUSOAVIA, Fernando Pinto disse: “Seguiremos esta rota e continuaremos a trabalhar para conquistar os nossos clientes todos os dias. Assumimos, hoje e sempre, o compromisso de continuar a aprofundar o que nos une.”

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