Presidente da TAP reconhece esforço de quem está a trabalhar

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Fernando Pinto, presidente executivo do Grupo TAP, fez o balanço da primeira metade do período da greve decretada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) que está a afectar a operação das duas companhias aéreas (TAP Portugal e PGA Portugália Airlines), com uma carta dirigida aos trabalhadores, a quem trata por ‘colegas’ e que intitulou ‘Demonstração de Profissionalismo’.

Na missiva Pinto reconhece “o enorme esforço e profissionalismo demonstrados ao longo destes dias, tanto pelos Pilotos que têm viabilizado diariamente a maior parte da nossa operação, como por todo o  Pessoal envolvido nas diversas atividades. Conjuntamente, está-se a trabalhar com o importante propósito de assegurar, tanto quanto possível, a manutenção e funcionamento das nossas operações, garantindo, em condições naturalmente muito exigentes e complexas, o melhor encaminhamento possível dos nossos passageiros”.

“Essa é, inquestionavelmente, a nossa prioridade de todos os dias”, escreve adiante o responsável pelo grupo aéreo português, cuja gestão tem sido muito contestada pelos sindicalistas, ao contrário do Governo que gere a posição do Estado Português no capital da TAP, totalmente público, e que tem se mostrado de acordo com os actos de gestão da equipa de Fernando Pinto.

“Se é verdade que vários passageiros se manifestam através da comunicação social zangados com a TAP, muitos outros há que se mostram reconhecidos pelos esforços que temos feito para honrar o compromisso que temos com eles, levando-os ao seu destino. É um reconhecimento importante para todos nós na empresa, tornando possível acreditar que, uma vez estabilizada a atual situação, poderemos olhar para o ‘day after’ ainda com alguma esperança de que os danos causados na imagem e credibilidade da nossa companhia possam ser contidos, de modo a podermos restabelecer, com razoável rapidez, a normalidade das nossas operações, e, pouco a pouco, reconquistarmos a confiança dos nossos clientes”, lê-se mais à frente na carta do presidente da TAP aos seus colegas.

No final e antes de a todos deixar o seu “muito obrigado” Fernando Pinto escreve uma frase de esperança, se bem que chamando a atenção para a reestruturação em curso, a ser executada, porventura, ainda antes da privatização do grupo aéreo português: “Com este esforço de controlo de danos em que estamos empenhados, a necessária restruturação da Empresa a ter de ser levada a cabo, poderá talvez ser encarada de forma um pouco menos exigente, minorando os sacrifícios necessários”.

 

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