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TAP e SITAVA fecharam acordo de atualização salarial até 2022

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O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA) fechou um acordo de atualização salarial com a TAP Air Portugal para os próximos cinco anos, que prevê um aumento de cinco por cento este ano e, pelo menos, sete por cento nos quatro anos seguintes.

Numa informação enviada nesta terça-feira, dia 12 de junho, aos associados, a que a agência de notícias ‘Lusa’ teve acesso, a direção do SITAVA considera que o acordo de atualização salarial, alcançado na segunda-feira, é “um bom acordo”, que contempla “além da tabela salarial, também todas as outras matérias de expressão pecuniária”, que entram em vigor no salário de junho, com efeito retroativo a 1 de janeiro deste ano.

A atualização da tabela salarial estipula um aumento maior, de 5%, em 2018, 3% em 2019, 2% em 2020 e 1%, acrescido de inflação, em 2021 e 2022, lê-se na informação enviada aos associados.

“Para o ano de 2020, se a inflação for superior a 2%, a TAP garantirá que não haverá perda salarial pagando esse diferencial”, explicita a direção do sindicato que representa na sua maioria trabalhadores de terra da companhia aérea.

Em abril, quando foi conhecido o acordo salarial com os pilotos da TAP, o SITAVA acusou a TAP de desprezar trabalhadores de terra e exigiu aumentos de 5% (igual ao dos pilotos).

Como a ‘Lusa’ noticiou, a atualização salarial dos pilotos prevê aumentos de 5% este ano e no próximo, de 3% em 2020 e de 1% em 2021 e 2022, num total de 15% em cinco anos, mais a correção da inflação estimada em 9,4%.

O acordo prevê ainda para os próximos cinco anos uma revisão das anuidades, subsídio de turnos, subsídio de refeição e subsídio de certificação.

De acordo com a nota, não houve alterações nas horas noturnas nem nas férias. Além disso, acrescenta, “não haverá qualquer alteração” no pagamento dos três primeiros dias de baixa e ficou ainda definido um prémio de 450 euros atribuído a todos os trabalhadores de terra.

O Estado, através da Parpública detém 50%, e o consórcio ‘Atlantic Gateway’, de Humberto Pedrosa e David Neeleman, detém 45% do Grupo TAP (TAP SGPS), estando os restantes 5% nas mãos dos trabalhadores.

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