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Primeiro Airbus A330-900neo da Azul já está pintado em Toulouse

Escola de Aeronáutica - ISEC Lisboa


 

Foi revelada nesta quinta-feira, dia 7 de junho, a primeira imagem com pintura completa do também primeiro avião Airbus A330-900neo da AZUL Linhas Aéreas Brasileiras, que chegará este ano ao Brasil. A imagem, em que se vê o aparelho ainda sem os motores montados, foi divulgada pelo grupo de spotters ‘Eurospot’ que se posiciona com alguma relevância em Toulouse, na França, onde estão situadas as linhas de montagem de aeronaves comerciais da Airbus.

Esta aeronave faz parte de uma encomenda de cinco aparelhos deste modelo que a Azul encomendou no ano passado, através de um contrato de leasing operacional com o banco norte-americano Wells Fargo que terá a duração de 144 meses (12 anos) que custará à companhia brasileira cerca de 738 mil dólares mensais.

A Azul será a primeira companhia aérea do continente americano e uma das primeiras do mundo a operar o novo A330-900neo, que terá uma configuração de cabina em três classes, com lotação total para 298 passageiros.

Segundo noticia o site brasileiro ‘Aeroin’ o primeiro A330-900neo da Azul tem o número de série 1876, é o oitavo da linha de produção do novo modelo da Airbus, e será registado no Brasil com matrícula PR-ANZ. A Azul será a quarta companhia no mundo a recebê-lo, depois da TAP Air Portugal, que neste ano receberá sete aparelhos deste modelo; da RwandAir, do Ruanda; e da WOW Air, da Islândia.

A perspectiva é que a Azul receba este A330neo a partir de setembro, mês que marcará o início das entregas das cinco unidades encomendadas até agora. O próximo A330-900neo da Azul é o 13ª da linha de produção, com número de série 1895.

“Segundo a base de dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), quase toda a série de matrículas PR-AN_ está reservada para uma companhia de ‘Transporte Aéreo Público Regular’. Isso indica que a Azul pode ter feito tais reservas pensando em futuras encomendas adicionais do modelo A330neo, uma vez que até agora a companhia tem mantido o padrão da não misturar sequências de matrículas em seus diferentes modelos de aeronave”, observa o site brasileiro de informação aeronáutica.

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